sábado, 4 de fevereiro de 2012

TEMA: VENCER A VIOLÊNCIA E A INSEGURANÇA, O GRANDE DESAFIO.

A falência da segurança pública, atualmente, é a principal preocupação da população brasileira. Esta que sofre as principais consequências da violência e insegurança instauradas pelas organizações criminosas, as quais expõem os nossos policiais a diversos riscos. Portanto, há uma necessidade evidente de criarmos novos meios de combate ao crime, o quanto antes possível.

A cada dia as organizações criminosas se organizam, atuam de formas diferentes, buscam inovações e ações criativas para despistar ou camuflar seus ilícitos. Hoje há uma fusão dos crimes que outrora se difundiam em gangs ou quadrilhas especializadas. Como exemplos, podemos citar: o Primeiro Comando da Capital-PCC e o Comando Vermelho-CV, grandes organizações criminosas brasileiras que exercem o narcotráfico, contrabando de armas ou de qualquer bem lucrativo, roubo a bancos ou a condomínios de luxo, sequestros, lavagem de dinheiro e muitos outros ilícitos. Desta maneira, uma só organização atua em diversas áreas, tornando o trabalho da polícia cada vez mais oneroso.

O policial, a todo o momento, está exposto ao risco de sofrer lesões corporais, de ter seu controle emocional abalado e ao de morte iminente; assim, cabe as organizações policiais unificarem seus serviços de inteligência e, principalmente, exercerem atividades de prevenção. Enquanto não houver uma junção concreta dos serviços executados pela Polícia Judiciária com os da Polícia Ostensiva, infelizmente existirão muitas fatalidades.

Como prevenir é melhor do que remediar, o policiamento preventivo deve ser uma premissa. Não falamos apenas naquele policiamento ostensivo que presenciamos diariamente; mas, em ações conjuntas a comunidades locais. A polícia deve criar um vínculo com a população local, a fim de reconquistar a confiança destes, através de mediadas educativas antidrogas, palestras para crianças e adolescentes, uma fiscalização mais rigorosa em locais próximos a escolas, vistorias de segurança em residências e estabelecimentos comerciais e outras formas de policiamento comunitário.

O crime organizado, com suas diversas facetas, é uma triste realidade no nosso país. Cabe, então, aos gerenciadores das políticas de segurança pública a missão de concretizarem as mudanças nas diretrizes policiais, sejam repressivas ou preventivas; e, às entidades policiais atuarem, definitivamente, com menos truculência e mais inteligência. Deste modo, poderemos viver com menos violência em uma sociedade mais segura.

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